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Melhorar a saúde e diminuir níveis de dependência química e utilização de substâncias psicoativas;

Colaborar com o acolhimento e integração das famílias com o Sistema Socioeducativo;

Criar de um espaço de partilha de experiências de vida e construção de redes solidárias;

Contribuir com a qualidade de vida e resgate da autoestima das famílias e os Socioeducandos;

Tratar questões sensíveis que potencializem a formação de vínculos interfamiliares;

O Projeto apresenta a meta de atendimento de 1.100 adolescentes e 1.500 familiares, em todas as unidades do Sistema Socioeducativo do Distrito Federal, tangendo as unidades de internação de semiliberdade e de liberdade assistida, instaladas em quase toda região do DF.

Capoterapia


A Capoterapia é uma modalidade sócio integrativa, adaptável a todo perfil e necessidade de público. Suas dinâmicas são flexíveis e pode pedagogicamente ser alinhada a realidade e demanda específica da comunidade. Desde sua criação há 20 anos já atuou em múltiplas faixas-etárias milhares de vezes, de forma voluntária.

A Capoterapia é uma terapia que utiliza elementos da musicalidade da capoeira adaptada como já dito para pessoas de todas as idades, sedentários, pessoas portadoras de necessidades especiais, respeitando a condição física, as potencialidades, os limites e as características psicológicas e individuais de cada um.

Roda de Conversa

 

A Roda de Conversa tem como objetivo sensibilizar e informar os adolescentes, apresentando novos horizontes e possibilidades que visem diminuir a taxa de reincidência, bem como o consumo de substâncias psicoativas e a dependência química. A ação é realizada de forma atrativa com uma linguagem adequada e conduzida por um egresso com experiência no sistema socioeducativo. A Roda de Conversa é dividida em 3 (três) encontros com dinâmicas diferentes. Pretende-se alcançar a restauração da confiança no futuro e dos valores éticos que foram perdidos través dos tempos em sua vida de entrega aos delitos e infrações, cometidas muitas vezes pela falta de estrutura educacional, familiar, social pela falta de acesso aos Direitos assegurados a cada adolescente à partir da Constituição Federal de 1988 e consolidada pelo ECA.

Terapia Comunitária

 

Define-se como uma abordagem centrada na saúde, nas possibilidades e não nas dificuldades, tendo a competência de cada pessoa e de cada sistema como as alavancadas para a mudança na qualidade de vida. Apresenta-se como uma abordagem efetiva e promissora para a imensa demanda por serviços de atenção e cuidados. Alguns dos pressupostos TCI são:

- Ir além do unitário para atingir o comunitário;

- Sair da dependência das relações para a horizontalidade;

- Desconstruir a atitude de descrença para ressaltar o potencial e a crença de cada um e da comunidade;

- Romper com o clientelismo para chegar a autonomia;

- Promover a consciência critica e a cidadania.

A citada terapia comunitária, não é voltada para a comunidade juvenil, mas para a Qualificação dos profissionais servidores envolvidos no sistema público no atendimento desses jovens.