A história da Capoterapia​

O Instituto Brasileiro de Capoterapia IBC – é uma organização civil de promoção social dos direitos de cidadania. Pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, fundada em 2006, sua criação se deu em virtude dos trabalhos desenvolvidos pelo idealizador e sistematizador da Capoterapia, Mestre de Capoeira Gilvan Alves de  Andrade (Mestre Gilvan), que esteve à frente e em parceria do Instituto Ladainha e ainda antes, da Associação de Capoeira Fama, em Taguatinga Norte Brasília/DF.

O Instituto Brasileiro de Capoterapia – IBC concentra-se na promoção social, na qual está focada na formação/qualificação profissional, no exercício da cidadania, direito e usufruto ao lazer e cultura, da ampliação do bem-estar, atuação na saúde preventiva e conciliadora, no desenvolvimento de ações na melhora da qualidade de vida, na defesa dos direitos individuais e coletivos com interface na ética, paz, nos direitos humanos, na democracia e demais valores universais.

Assim, cumpre esclarecer desde já em que consiste a Capoterapia.

Trata-se de uma Terapia cognitivo/motora, inserida no contexto das terapias alternativas integrativas, inspirada nos elementos lúdicos da musicalidade da Capoeira, utilizando a instrumentalidade percussiva, os ritmos e linguagens cognitivas da sonoridade e gestualidade específica das manifestações artísticas e culturais e permite ser praticada por pessoas de quaisquer idades, sedentários,  portadoras de necessidades especiais (PCD), e/ou quaisquer comorbidades. É de propriedade intelectual particular, registrada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (INPI) sob nº 828487731, no qual encontra-se devidamente protegida por Leis Brasileiras e do Mercosul. Dessa forma, salientamos que os atendimentos devem ser sempre conduzidos por profissional devidamente capacitado e licenciado para o exercício da Capoterapia pelo órgão regulamentador (IBC). Essa adaptação permite, que a Capoterapia seja praticada por pessoas de quaisquer idades, sedentários,  portadoras de necessidades especiais (PCD), e/ou quaisquer comorbidades.

Diversos artigos científicos e Monografias defendidas em Universidades Federais corroboram e atestam sobre os benefícios da prática da Capoterapia, sobretudo no âmbito da Terceira Idade.[1]

A Capoterapia pode ser praticada por pessoas de qualquer faixa etária, contudo, é no atendimento aos idosos que a prática tem revolucionado o que se pode falar sobre integração, interação, atendimento, inclusão, fortalecimento de vínculos, autoestima, independência, e resgate da capacidade funcional.

[1] Disponível em: https://bdtd.ucb.br:8443/jspui/bitstream/tede/2016/2/MariaMarciaVianaPrazeresTese2017.pdf; http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=2869; https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/viewFile/243178/34384; acesso em 07/12/2020.

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